Ontem minha cabeça estava à mil e decidi correr na litorânea.
Correr pra me livrar, pra desestressar, pra me animar, pra lembrar.
Lembrei muitas, várias vezes. Senti que não posso querer o que não tenho. Posso até ter tido um dia, talvez. Mas não tenho. Minha mãe mesmo me alertou e agora consigo enxergar claro como uma manhã de sol mas a lembranã não se pode apagar.
Fui em busca de uma coisa, achei outra. Estranho isso, né? Talvez sejam pistas de Deus, uma seta indicando o caminho, a direção.
Rogo pra que ele me mostre o caminho do bem, da felicidade, da compaixão, do companheirismo e da solidariedade.
Uma coisa é fato: você pode correr de todos, menos de você mesma.
Confuuuuusa, sem saber o que quero, como quero, onde quero.
É no tropeçar dos meus passos que faço meu caminho.
Até a próxima, preciso fazer uma aula mas tô com sono, só à noite ;)
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